Chapa 'O Sindicato está em suas conquistas' é a única inscrita para eleições do Sindicato

Chapa  'O Sindicato está em suas conquistas' é a única inscrita para eleições do Sindicato
quinta-feira, 25/01/2018

José Roberto Brasileiro é candidato a presidente do Sindicato de Apucarana

O processo eleitoral do Sindicato de Apucarana tem registrada apenas a Chapa “O Sindicato está em suas conquistas”, que tem como candidato a presidente o bancário José Roberto Brasileiro, funcionário do Bradesco em Jandaia do Sul.

A votação ocorrerá no dia 22 de fevereiro em todos os locais de trabalho bancário da base territorial da entidade e vai definir os membros da Diretoria Administrativa, do Conselho Fiscal, Conselhos de Representantes dos Bancos Privados e Federais, do Conselho Fiscal e os suplentes da Diretoria para a gestão 2018 a 2021.

Poderão votar todos os associados e associadas que estejam em dia com as mensalidades sindicais.

A Chapa 1 “O Sindicato está em suas conquistas” conta com a experiência de atuais dirigentes do Sindicato, além de outros bancários e bancárias que atuarão pela primeira vez como sindicalistas, e tem representantes de todas as regiões da base da entidade, possibilitando maior integração com a categoria.

A participação feminina também é destaque. Dos 32 integrantes da Chapa, 15 são mulheres, o que garante a ocupação feminina de 44% dos cargos da diretoria.

José Roberto Brasileiro afirma que são muitos os desafios pela frente, ainda mais com o cenário de recessão e de novas ameaças de retrocessos que estão apontadas pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB).

“Nossa prioridade vai ser a luta em defesa dos empregos na categoria bancária, sem se esquecer da importância do combate ao desmonte dos bancos públicos e da mobilização para impedir a aplicação da reforma trabalhista nas conquistas que estão na Convenção Coletiva Nacional”, destaca.

Para o candidato a presidente pela Chapa 1, mais do que nunca a organização da categoria em torno do seu Sindicato se faz necessária e fará a diferença nos embates a serem feitos nas negociações com os bancos, contra o avanço das terceirizações e as políticas de cortes de direitos.

Por Armando Duarte Jr.

COMPARTILHE