BANCO DO BRASIL

Reunião em Cornélio Procópio discute nova onda de descomissionamentos

Ivaí Lopes Barroso, diretor do Sindicato de Cornélio Procópio, criticou o novo modelo de gestão de pessoas implantado pelo BB Ivaí Lopes Barroso, diretor do Sindicato de Cornélio Procópio, criticou o novo modelo de gestão de pessoas implantado pelo BB
quinta-feira, 14/02/2019

A atividade do Sindicato de Cornélio Procópio integra o Dia Nacional de Luta contra os descomissionamentos

Em atividade convocada pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, diretores do Sindicato de Cornélio Procópio realizaram reunião nesta quinta-feira (14/02) na principal agência da base da entidade para discutir a nova onda de descomissionamentos que está em curso no banco.

Durante o encontro também foi distribuída a edição do informativo “O Espelho” com informações sobre os descomissionamentos.

Clique aqui para ler o informativo.

Ivaí Lopes Barroso, diretor do Sindicato de Cornélio Procópio e representante da Regional Vida Bancária na Comissão de Empresa, afirma que o Dia Nacional de Luta contra os descomissionamentos é uma resposta dos funcionários e das entidades representativas a mais essa arbitrariedade da diretoria do BB.

“Isso é mais uma obra da nefasta reestruturação que vem sendo feita no Banco do Brasil nos últimos anos, reduzindo o quadro de pessoal, impondo metas cada vez mais altas aos que ficam e uma enorme sobrecarga de serviços. Não bastasse isso, agora atacam com perdas de cargos e redução dos salários”, critica.

De acordo com Ivaí, todo o investimento que o banco fez nos últimos anos no âmbito da GDP (Gestão de Desenvolvimento por Competências) foi jogado no lixo, porque mesmo o funcionário que obteve ótima avaliação de desempenho está sujeito a perder a comissão.

“Alteraram as regras do modelo de gerenciamento para possibilitar que os superintendentes nacionais ordenem o descomissionamento de funcionários que eles sequer conhecem”, afirma o diretor do Sindicato de Cornélio Procópio, considerando essa prática um absurdo.

Por Armando Duarte Jr.

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