Atividade em Londrina cobra mais bancários e menos metas

Protesto do Sindicato de Londrina retarda abertura das unidades do prédio central do Bradesco Protesto do Sindicato de Londrina retarda abertura das unidades do prédio central do Bradesco
terça-feira, 24/04/2018

Além do protesto, dirigentes do Sindicato se reuniram com funcionários do Bradesco para discutir as demandas específicas e dar informes sobre a Campanha 2018

Seguindo orientação do Coletivo de dirigentes sindicais do Bradesco nas bases da Fetec-CUT/PR, a diretoria do Sindicato de Londrina está promovendo nesta terça-feira (24/04) o retardamento das agências localizadas no prédio central do banco na cidade.

Com faixas e cartazes estão sendo reivindicadas mais contratações de bancários e bancárias, fim do assédio moral, melhores condições de trabalho e de atendimento aos clientes e usuários.

Valdecir Cenali, diretor do Sindicato de Londrina e representante do Vida Bancária na COE (Comissão de Organização dos Empregados) do Bradesco, afirma que com a aquisição do HSBC foi reduzido de forma exagerada o número de pessoal no banco e fechadas agências, gerando muita sobrecarga de serviços.

“Este Dia Estadual de Luta é uma forma de pressionar o Bradesco a negociar conosco soluções para os diversos problemas que surgiram depois que houve a fusão com o HSBC. Está faltando funcionário e sobrando serviços, não bastando isso, as metas estão cada vez mais altas”, argumenta Valdecir, dizendo que ninguém aguenta mais trabalhar desse jeito.

Em 2017, o banco cortou 9.985 vagas de emprego em todo o País e fechou 565 agências. Mesmo com o lucro líquido de R$ 19 bilhões ainda não tomou providências para regularizar as condições de trabalho em sua rede.

Por Armando Duarte Jr.

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