Bancários aderem a campanha de combate a violência contra mulher

Nesta quarta (28), Câmara aprovou aumento da pena sobre casos de feminicídios. PL aguarda agora sanção do presidente Nesta quarta (28), Câmara aprovou aumento da pena sobre casos de feminicídios. PL aguarda agora sanção do presidente
quinta-feira, 29/11/2018

São Paulo – O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região iniciou campanha pelo fim do feminícidio. A iniciativa integra a ação mundial realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) de "16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher", iniciada no domingo (25), para denunciar e combater esse crime. Até o dia 10 de dezembro, a entidade promoverá uma série de reportagens sobre o tema.

Só no ano passado, 87 mil mulheres morreram vítimas de feminicídio no mundo, sendo quase 60% dessas mortes cometidas por parceiros íntimos ou parentes, segundo relatório da ONU.

"A gente tem uma cultura que insiste no machismo, na objetificação das mulheres e é isso que a gente quer desconstruir nessas nossas matérias, debates, reuniões e com as nossas manifestações públicas", afirmou a secretária-geral do sindicato, Neiva Ribeiro, ao repórter Leandro Chaves, do Seu Jornal, da TVT, sobre a adesão à campanha da ONU.

Nesta quarta-feira (28), a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 3030/2015 que estabelece o aumento da pena, de 1/3 à metade, sobre casos de feminicídio que forem cometidos por agressores que estiverem cumprindo medida protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha. Hoje, o Código Penal prevê reclusão de 12 a 30 anos sobre o crime. O projeto seguirá agora para sanção presidencial.

fonte: por Redação RBA publicado 29/11/2018 11h40

registrado em:       

 

COMPARTILHE