Encontro em São Paulo organiza a 3ª Conferência Nacional

A reunião em São Paulo definiu o modelo da Conferência Nacional dos financiários para este ano A reunião em São Paulo definiu o modelo da Conferência Nacional dos financiários para este ano
quarta-feira, 04/04/2018

Os trabalhadores e trabalhadoras em empresas financeiras e de crédito de todo o País realizam nos dias 3 e 4 de maio, em São Paulo, a 3ª Conferência Nacional da categoria, para organizar a Campanha Salarial da categoria.

Durante a Conferência, os financiários atualizarão a Minuta de Reivindicações a ser entregue à Fenacrefi (Federação Interestadual das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) em meados de maio.

“Vivemos uma conjuntura de intenso ataque aos direitos dos trabalhadores, com uma legislação que coloca em risco diversas conquistas clausuladas na CCT (Convenção Coletiva de Trabalho) da categoria. Vamos lutar pela manutenção dos direitos conquistados e clausulados”, disse Jair Alves diretor da Contraf-CUT e coordenador da mesa de negociações com a Fenacrefi.

Para subsidiar o debate, economistas e técnicos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apresentarão dados sobre o emprego no ramo financeiro, a distribuição das financeiras pelo País, além de informações sobre o impacto da nova Lei Trabalhista (13.467/2017) sobre a CCT da categoria.

“Mais do que nunca, os financiários precisam ter uma visão dos impactos que a reforma trabalhista pode lhes causar. É preciso unificar a categoria nacionalmente para enfrentar os ataques. Precisamos nos organizar, com a união de todos os Sindicatos e federações, e estarmos presentes em todas as financeiras do Brasil. Somente desta maneira, somando forças, conseguiremos fazer a luta em defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores”, destacou Jair Alves.

O diretor da Contraf-CUT recordou que os bancários e bancárias, conquistaram diversos direitos depois que se uniram nacionalmente.

“A categoria se fortaleceu e ampliou sua legitimidade, respeito e representação nas mesas de negociações com os bancos. Queremos seguir este exemplo na organização dos financiários”, disse o dirigente sindical.

Fonte: Contraf-CUT

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