LONDRINA

Mais de 10 mil pessoas cruzam os braços em defesa da Educação

A mobilização em defesa da Educação foi encerrada na Concha Acústica, palco de outras lutas históricas da Classe Trabalhadora em Londrina A mobilização em defesa da Educação foi encerrada na Concha Acústica, palco de outras lutas históricas da Classe Trabalhadora em Londrina
quarta-feira, 15/05/2019

Estudantes abraçaram a luta contra o corte de verbas e em defesa
da Educação

Durante a atividade, o Sindicato recolheu assinaturas contra
a reforma da Previdência

Nesta quarta-feira (15/05), milhares de professores, servidores e estudantes das universidades federais, escolas estaduais e municipais de todo o País paralisaram as atividades em protestos contra o corte de 30%  das verbas para o setor determinado pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

Clique aqui para saber os motivos da paralisação dos trabalhadores da Educação.

Em Londrina, a mobilização em Defesa da Educação reuniu mais de 10 mil pessoas no Calçadão, que após um Ato Público saíram em caminhada pelas ruas do Centro em direção à Concha Acústica onde foi encerrada a atividade com gritos de “fora Bolsonaro”, “abaixo a Censura” e outros contrários à postura de retrocessos que está em curso no Brasil.

Dirigentes do Sindicato dos Bancários de participaram do movimento apoiando a luta dos trabalhadores e trabalhadoras da Educação e aproveitaram ocasião para recolher assinaturas contra a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 6/2019, que muda as regras da aposentadoria da Classe Trabalhadora.


Dirigentes do Sindicato de Londrina participaram da mobilização dos professores

O presidente do Sindicato, Felipe Pacheco, afirma que o sucesso da paralisação nacional dos trabalhadores da Educação foi “um aperitivo” para o governo Bolsonaro do que vai ser a Greve Geral convocada pelas Centrais Sindicais para o dia 14 de junho em defesa da Previdência Pública.

“A pressão das ruas é fundamental para impedir o fim da aposentadoria e pressionar a Câmara dos Deputados a não aprovar essa reforma que não retira um privilégio sequer daqueles que recebem altos benefícios. Está em jogo o futuro de milhões de brasileiros e brasileiras que não terão condições de contribuir longos anos para a Previdência  e assegurar com isto uma vida tranquila quando a velhice chegar”, aponta Felipe.

Por Armando Duarte Jr.

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