Sindicato questiona demissões e rotatividade no Safra

Na reunião com o Safra, o Sindicato de Londrina questionou o elevado número de demissões registradas este ano na cidade Na reunião com o Safra, o Sindicato de Londrina questionou o elevado número de demissões registradas este ano na cidade
quarta-feira, 13/04/2016

Aproveitando a presença do representante da área de Relações Sindicais na cidade, Hamilton Campos, o Sindicato de Londrina se reuniu hoje (13/04) com o Banco Safra para discutir as demissões que estão ocorrendo na agência local e a prática da rotatividade. Também participou da reunião o gerente administrativo da unidade, Franchesco Minuzzi.

O Sindicato questionou o número excessivo de demissões efetuadas pelo banco este ano, seis, e que se for levado em conta o número de funcionários lotados em Londrina tornará o Safra o que mais cortou pessoal em 2016.

“Proporcionalmente, o Safra é líder em demissões, pois tem apenas 31 funcionários. O Itaú, que tem um quadro de 449 bancários e bancárias, distribuídos em 39 agências e seis PABs em nossa base territorial, cortou nove pessoas este ano, o que dá um índice muito inferior”, compara Luciano Moretto, diretor do Sindicato de Londrina e funcionário do Safra.

Luciano lembra que o banco fechou o exercício financeiro de 2015 com R$ 1,654 bilhão de lucro líquido, montante que representou alta de 6,9% em relação ao ano anterior, não tendo, portanto, razão para praticar rotatividade.

O representante das Relações Sindicais se comprometeu a encaminhar as críticas do Sindicato de Londrina à matriz do Banco Safra e a dar retorno a respeito dessa demanda.

Por Armando Duarte Jr.

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